Economia & Mercados
28/10/2019 08:42

Focus: IPCA para 2019 passa de 3,26% para 3,29%; para 2020 passa de 3,66% para 3,60%


Por: Fabrício de Castro

Brasília, 28/10/2019 - Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - em 2019 e 2020. O Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano passou de alta de 3,26% para elevação de 3,29%. Há um mês, estava em 3,43%. A projeção para o índice em 2020 foi de 3,66% para 3,60%. Quatro semanas atrás, estava em 3,79%.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2021, que seguiu em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa permaneceu em 3,50%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,75% e 3,50%, respectivamente.

A projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2019, de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). Já a meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%).

No início de outubro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA de setembro apresentou deflação de 0,04%. No ano até setembro, a taxa acumulada é positiva em 2,63%.

Em setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções mais recentes para a inflação. Considerando o cenário de mercado, a projeção para o IPCA em 2019 está em 3,3%. No caso de 2020, está em 3,6%.

No Focus de hoje, entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2019 foi de 3,28% para 3,31%. Para 2020, a estimativa do Top 5 passou de 3,76% para 3,55%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,37% e 3,73%, nesta ordem.

No caso de 2021, a mediana do IPCA no Top 5 seguiu em 3,75%, ante 3,80% de um mês atrás. A projeção para 2022 no Top 5 permaneceu em 3,50% , ante 3,75% de quatro semanas antes.

Contato: fabricio.castro@estadao.com
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