Economia & Mercados
08/11/2018 08:28

BB: inadimplência (90 dias) melhora de 3,34% no 2TRI18 para 2,83% no 3TRI18


São Paulo, 08/11/2018 - O índice de inadimplência do Banco do Brasil, considerando atrasos superiores a 90 dias, ficou em 2,83% no terceiro trimestre, melhora de 0,51 ponto porcentual em relação aos três meses anteriores, quando o indicador estava em 3,34%. Em um ano, era de 3,94%.

O BB destaca, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, que o caso específico em recuperação judicial e que vinha pesando na inadimplência do banco foi reestruturado no terceiro trimestre. Na última divulgação de resultados, o então presidente do banco, Paulo Caffarelli, já havia antecipado que o caso teria saído em julho.

No terceiro trimestre, a inadimplência do banco melhorou em todos os segmentos, com exceção da carteira de agronegócio, que teve leve piora de 0,01 ponto porcentual, para 1,62% no comparativo trimestral. Na pessoa jurídica, o indicador seguiu em queda, baixando de 5,20% em junho para 3,7% ao fim de setembro. Na pessoa física, o indicador passou de 3,33% para 3,27%, nesta ordem.

O indicador de calotes de curto prazo, com atrasos acima de 15 dias, ficou em 4,58% no terceiro trimestre ante o segundo, de 5,27%. Em um ano, era de 6,00%.

Provisões
Como reflexo da melhora da qualidade da carteira do BB, sua despesa com provisões para devedores duvidosos (PCLD) totalizou R$ 4,858 bilhões de julho a setembro, retração de 22,4% em um ano, de R$ 6,257 bilhões. Ante os três meses anteriores, de R$ 5,134 bilhões, caiu 5,4%.

No critério de provisão líquida de recuperação, os gastos encolheram, conforme o banco, 37,5% no terceiro trimestre ante um ano e 10,0% no trimestre, para R$ 3,226 bilhões. A recuperação de crédito foi a R$ 1,632 bilhão de julho a setembro, aumento de 49,2% em um ano e de 5,2% na comparação com os três meses anteriores.

O saldo de PDDs do BB foi a R$ 21,078 bilhões no terceiro trimestre, queda de 22,3% em um ano, de R$ 27,114 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, de R$ 22,477 bilhões, recuou 6,2%. (Aline Bronzati - aline.bronzati@estadao.com)
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