PR Newswire Brasil
10/12/2019 19:44

Segundo relatório anual de centrais de dados ecologicamente corretas da Supermicro encontra oportunidade de economizar milhões em custos de energia e reduções em lixo eletrônico


Segundo relatório anual de centrais de dados ecologicamente corretas da Supermicro encontra oportunidade de economizar milhões em custos de energia e reduções em lixo eletrônico

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Resultados da pesquisa mostram que 88% das Centrais de Dados não são ecologicamente corretas, e que a central de dados empresariais típica pode economizar até US$ 38 milhões em custos de energia e 350 toneladas em lixo eletrônico por ano


SAN JOSE, Califórnia, 10 de dezembro de 2019 /PRNewswire/ --A Super Micro Computer, Inc. (SMCI), líder global em soluções de computação, armazenamento e rede empresarial, anunciou hoje o lançamento de seu segundo relatório anual sobre Centrais de Dados e o Meio Ambiente baseado em uma pesquisa no setor com mais de 5.000 profissionais de TI. Os resultados demonstraram que este ano, mais uma vez, a maioria dos líderes de centrais de dados não consideram plenamente iniciativas verdes para o crescente estabelecimento de infraestruturas de central de dados, aumentando os custos das centrais de dados e impactando o meio ambiente.


A Supermicro realiza esta pesquisa anual para relatar acerca do estado da indústria, avaliar considerações de compra de equipamentos de central de dados e ajudar os líderes de central de dados a melhor quantificar suas decisões em vistas do impacto ambiente em longo prazo por meio de economia de energia e redução de lixo eletrônico (e-waste).


Principais descobertas:


Em geral, as respostas dos especialistas em TI de PMEs, grandes empresas, e empresas reconhecidas demonstraram que a maioria dos negócios (86%) não considera o impacto ambiental de suas instalações como um fator importante para suas centrais de dados:

  • Os líderes de centrais de dados notaram primariamente o Custo Total de Propriedade (TCO, na sigla em inglês) e o Retorno sobre o Investimento (ROI, na sigla em inglês) como suas medidas primárias de sucesso, com menos de 15% respondendo que a eficiência energética, responsabilidade social corporativa ou impacto ambiental foram as principais considerações para suas instalações.
    • 22% dos respondentes disseram que as "considerações ambientais " eram muito caras para serem consideradas uma prioridade para sua empresa ? indicando uma falta de compreensão significativa do ROI de soluções de computação verde.

Quase 9 de 10 centrais de dados não estão projetadas para máxima Eficiência Energética, possivelmente custando a cada central de dados mais de US$ 1,4M por ano baseado em médias nacionais:

  • Mesmo com o advento das novas técnicas de resfriamento e novos hardwares que podem suportar temperaturas operacionais mais elevadas, as empresas ainda trilhando o caminho de temperaturas ambientes mais frias para suas centrais de dados ? comparado com 2018, o número de negócios este ano se concentrou em manter suas instalações e servidores abaixo de 24oC com um aumento de 13%, agora consistindo de mais de dois terços dos respondentes.
    • Isso é realmente um desperdício, visto que alavancar designs de equipamentos de resfriamento de ar operando a temperaturas maiores de 26.5oC permite às centrais de dados diminuir os custos operacionais.
  • Muitas empresas também estão operando suas centrais de dados em densidades mais baixas que a necessária ? com 71% dos respondentes observando que suas centrais de dados operam em densidades de energia menores que 19 kW por rack.
    • A utilização de servidores multinós e a operação em densidades de energia mais elevadas aprimoraria drasticamente os requisitos de energia, bem como diminuiria os custos.

Os meios primários de se lidar com hardware ultrapassados de servidores das centrais de dados têm mudado de forma preocupante desde 2018. Em 2019, as empresas que reciclam seus hardwares retirados de serviço caíram no geral:

  • O número de empresas que fazem parceria com uma empresa de reciclagem certificada caiu 14% de 2018 a 2019, e o número de empresas que relataram reciclar hardware elas mesmas caiu 5%.
    • Com o lixo eletrônico já representando 2% do lixo e 70% do lixo tóxico geral nos EUA, uma queda na devida reciclagem para quantias tão grandes de hardware indica um impacto preocupante no meio ambiente.
  • Ainda pior, cerca de 1 em 10 das maiores empresas com os maiores hardwares de centrais de dados ainda estão essencialmente lançando foram equipamentos retirados de serviço.
    • 9% dessas maiores empresas relataram a eliminação de software sem confiar em nenhum tipo de reciclagem.

Ciclos otimizados de atualização de hardware reduziriam o lixo eletrônico em mais de 80% e atingiriam um desempenho 15% melhor reduzindo, ao mesmo tempo, os custos de aquisição em 44% ? proporcionando possivelmente uma economia de capital de US$ 900k e lixo eletrônico resultante em 12 toneladas.

  • A maioria, 35% das empresas, se planejaram para atualizar hardware de servidor a cada 2-3 anos em 2018, enquanto a maioria em 2019 passou para 40% se planejando para atualizar hardware de servidor a cada 4-5 anos.

"As descobertas da pesquisa de 2019 estabelecem novamente que a consideração do impacto pela seleção de equipamentos de central de dados continua sendo um desafio para o setor de TI", declarou Charles Liang, presidente e CEO da Supermicro. "Estamos continuando com nosso foco em Arquitetura de Economia de Recursos a fim de ajudar os clientes finais a economizar tanto energia quanto custos de aquisição de hardware reduzindo, ao mesmo tempo, o impacto ambiental."


A arquitetura de economia de recursos da Supermicro desagrega a CPU e a memória bem como outros subsistemas, a fim de que cada recurso possa ser renovado de maneira independente permitindo às centrais de dados reduzir custos de ciclo de renovação e seu impacto ao meio ambiente. Quando visualizados no decorrer de um ciclo de renovação de dois a quatro anos, os servidores de economia de recursos da Supermicro entregam, em média, servidores de mais elevado desempenho e mais eficientes a custos menores do que modelos tradicionais do tipo remoção e substituição ao permitir que as centrais de dados otimizem de maneira independente a adoção de tecnologias novas e aprimoradas.


O segundo relatório anual de Centrais de Dados e o Meio Ambiente da Supermicro proporciona uma visão geral das principais tendências que estão moldando a entrega e estratégia de infraestrutura de TI. Este ano, a pesquisa foi conduzida via e-mail em outubro de 2019. Ela inclui respostas de 1.362 operadores de centrais de dados e profissionais de TI de todo mundo de empresas, prestadores de serviços e PMEs, além de representar uma grupo representativo abrangente de uma faixa demográfica importante, incluindo função de trabalho, geografia da central de dados, vertical do setor e tamanho.


"A pesquisa global da Supermicro sedeada em San Jose sobre centrais de dados verdes revela que a maioria das empresas não considera completamente o consumo de energia e a minimização do lixo eletrônico ao escolher equipamentos para a central de dados" declarou Sam Liccardo, prefeito da cidade de San Jose. "Como importante empresas no Vale do Silício em inovação e sustentabilidade, a Supermicro há muito lidera a computação verde, e eu convido o setor a aprender mais acerca de seus impactos e oportunidades."


O setor de central de dados precisa fazer muitas melhorias para ser considerado verde. A escolha de equipamentos inovadores de central de dados que alavanquem avanços tecnológicos pode impactar significativamente o meio ambiente. Por exemplo, configurações desagregadas de servidor podem levar a economias significativas em atualizações e a oportunidades de tirar proveito rápido das tecnologias mais recentes de servidor para reduzir ciclos de atualização.


Outra consideração é a eficácia de energia das centrais de dados. Os servidores de alta eficiência e alta densidade podem reduzir a quantidade de energia necessária e o espaço físico necessário. Além disso, sistemas voltados à compatibilidade de resfriamento do ar livre, que não exigem condicionador de ar na sala de computadores (CRAC, na sigla em inglês), equipamento para resfriamento, também podem reduzir os requisitos de energia para central de dados.


Para saber mais sobre inovações de economia de recursos da Supermicro e o compromisso com a computação verde, acesse www.supermicro.com/WeKeepITGreen.


Para informações completas sobre as soluções SuperServer® da Supermicro, acesse www.supermicro.com. Siga a Supermicro no Facebook e Twitter para receber suas últimas novidades e anúncios.


Sobre a Super Micro Computer, Inc.


A Supermicro (SMCI), líder inovadora em tecnologia de servidor de alta eficácia e alto desempenho é uma prestadora premier de Building Block Solutions® de servidor avançado para Centrais de Dados, Computação em Nuvem, TI Empresarial, Hadoop/Big Data, HPC e Sistemas Embutidos em todo o mundo. A Supermicro assumiu o compromisso de proteger o meio ambiente através da iniciativa "We Keep IT Green®" e fornece aos clientes as soluções mais eficientes energeticamente e amigáveis ao meio ambiente disponíveis no mercado.


Supermicro, Building Block Solutions e We Keep IT Green são marcas comerciais e/ou marcas comerciais registradas da Super Micro Computer, Inc.


Todas as demais marcas, nomes e marcas comerciais pertencem a seus respectivos proprietários.


SMCI-F


Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1042601/Supermicro_Data_Centers_and_the_Environment.jpg


 


FONTE Super Micro Computer, Inc.

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