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13/12/2017 10:05

Descubra quais foram os melhores investimentos de 2017


São Paulo, SP--(DINO - 13 dez, 2017) - Juros a 7%. Inflação no ano de 2,5% até novembro. Ibovespa batendo recordes consecutivos e chegando aos 77 mil pontos. Aprovação de reformas estruturais para a economia, como a trabalhista e a PEC do teto dos gastos públicos. Juros mundiais extremamente baixos. Como se pode ver, tudo conspirou para que 2017 fosse o ano dos bons retornos para quem soube explorar as oportunidades e arriscar.

Paralelamente, ainda há muito para acontecer até o fim do ano. Os mais otimistas acreditam que a reforma da Previdência pode ser aprovada. Considerada "a reforma das reformas", ela é apontada como fundamental para que o Brasil equilibre as contas públicas e siga em ritmo de crescimento. E a expectativa do mercado financeiro é grande para que a Previdência seja aprovada antes do final deste ano.

Enquanto isso não acontece, veja abaixo os melhores investimentos de 2017 e os motivos para eles serem considerados como tal. Os ativos não estão em ordem do melhor para o pior, e também é preciso reforçar que desempenho passado não garante retorno futuro. Ou seja, não é porque um ativo performou bem durante um certo período que sempre será um bom investimento.

TESOURO DIRETO

Os títulos públicos são considerados os mais seguros e simples para se investir. Quando o investidor compra um papel do Tesouro, na prática está emprestando dinheiro para o governo federal. Para investir no Tesouro Direto, basta ter um CPF válido e acesso à internet - com R$ 30 já é possível investir. Os títulos do Tesouro são muito indicados para a formação do colchão de liquidez - dinheiro destinado para imprevistos e casos de emergência, como ficar desempregado ou ter um problema de saúde.

Existem três tipos de títulos públicos: os prefixados (taxa fixa anual); os indexados (atrelados ao IPCA mais uma taxa prefixada); e os pós-fixados (acompanham a taxa Selic). Segundo dados do Tesouro Direto (goo.gl/ndc5H6), a rentabilidade dos títulos públicos até o dia 30 de novembro foi de dois dígitos. Destaque para as altas de 17% do Tesouro Prefixado 2023 e de 12% do Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2035.

BITCOIN

É uma criptomoeda, ou seja, uma moeda virtual feita de códigos gerados por um sistema integrado de computadores. O design do código foi realizado de forma que cada Bitcoin seja único e para que exista um número limitado no mundo. E tudo isso é possível graças ao blockchain, uma rede de mineração e validação.

O Bitcoin é a moeda digital mais famosa. Em 2017 valorizou mais de 1.200% e se tornou o ativo que mais subiu no ano. O último recorde ocorreu no dia 10 de dezembro, quando a foram negociados contratos futuros na CBOE (Bolsa de Chicago) e a criptomoeda (goo.gl/5sqFXq) chegou a ser negociada a US$ 18 mil ou R$ 59,2 mil.


FUNDOS DE INVESTIMENTO

É um tipo de investimento que agrega o dinheiro de várias pessoas (cotistas) com o objetivo de contratar um gestor para cuidar do valor ali investido. Existem alguns tipos de fundos e cada um tem regras, comportamentos e objetivos diferentes. Por exemplo, alguns focados em ações, outros em renda fixa e os multimercados, que mesclam o investimento em vários ativos diferentes (ações, renda fixa, dólar, etc.).

Assim como outros investimentos, existem fundos mais agressivos e outros mais conservadores, isso varia conforme o perfil do gestor do fundo (goo.gl/vjDxWt). Alguns são indicados para o curto prazo e outros apenas para o longo prazo. Por isso, antes de investir, é preciso entender o seu perfil, o quanto de risco o investidor está disposto a correr e se seus objetivos estão alinhados aos do fundo escolhido.

Em 2017, quem soube escolher bons fundos conseguiu lucrar, até outubro, 59,4% em fundos de ações e 14,5% em multimercados. Mas aqui, quanto mais tempo o dinheiro estiver investido, melhor.

BOLSA DE VALORES

Quem investiu na Bolsa em 2017 viu seu dinheiro se multiplicar. Com oito altas semanais consecutivas, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, bateu sua marca histórica em outubro, quando ultrapassou os 77 mil pontos, superando o recorde de 2008.

O principal catalisador dessas máximas foi o otimismo do mercado, devido ao excesso de liquidez global e, claro, à recuperação da economia brasileira. Outro fator positivo está relacionado ao ciclo de queda dos juros. Após o corte de 0,5 ponto percentual da semana passada, o décimo consecutivo, o mercado trabalha com uma taxa Selic de 7% ou abaixo disso até o fim de 2018.

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