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26/10/2018 16:13

Nômades digitais: os "novos ricos" do mercado de trabalho


São Paulo, SP--(DINO - 26 out, 2018) -
Acordar todos os dias para cumprir uma rotina que não o agrada gera grande insatisfação no trabalhador. A permanência em um emprego que não o faz feliz provoca um estresse contínuo e o rendimento profissional despenca. Ou seja, além de desmotivador, isso é estressante.

Por falar nisso, o Brasil carrega o título de segundo país mais estressado do mundo. Essa conclusão veio a partir de um estudo feito pela International Stress Management Association (ISMA). A pesquisa ainda constatou que a maioria dos entrevistados apontam o trabalho como o principal agente desenvolvedor de estresse.

De acordo com o levantamento, 69% dos trabalhadores brasileiros padecem desse problema. O estresse gerado no trabalho respinga em outras áreas da vida, como relacionamentos e saúde. Afinal, uma pessoa estressada compromete sua qualidade de vida.

Sendo assim, é possível compreender que estar em um emprego cujo exercício traz satisfação pessoal é de extrema importância para a vida como um todo. Entretanto, infelizmente, o Instituto Locomotiva revelou que 56% dos trabalhadores com carteira assinada no Brasil se declaram insatisfeitos com suas ocupações.

O resultado dessa insatisfação não poderia ser diferente daquele detectado pelo ISMA. Pessoas insatisfeitas no ambiente de trabalho são fatalmente estressadas.

Por que tão estressados?         

Para mudar essa realidade, é preciso enxergar o trabalho não apenas como uma questão de sobrevivência. Claro que ele é necessário para prover o sustento, mas sua função na vida de alguém vai muito além disso.

Inúmeros são os benefícios colhidos por uma pessoa que trabalha com aquilo que gosta. O fato de não chegar estressado em casa e descontar nas pessoas ao redor já é bastante significativo. Além disso, a saúde fica nos eixos quando não há estresse.

Os sentimentos de satisfação e orgulho pelo trabalho realizado tomam conta daqueles que gostam de seus empregos. A rotina não os cansa e suas ocupações não são fardos.

Nomadismo digital

Muitas pessoas já se deram conta de que é preciso ter satisfação no trabalho e, por isso, deixaram rotinas cansativas para trás a fim de se arriscarem em algo que lhes proporciona felicidade.

Felizmente, a internet está aí para facilitar as coisas. Através dela, várias carreiras são possíveis, como por exemplo a dos nômades digitais. Esse termo é relativamente novo, mas coleciona adeptos em escala crescente, principalmente por ser uma proposta de trabalho inusitada.

Os nômades digitais não têm lugar fixo para trabalhar. Eles não precisam de uma localização exata para desempenharam funções e executarem suas demandas de trabalho. Assim, se deslocam mundo afora realizando o sonho de conhecer vários lugares enquanto se dedicam a uma ocupação que lhes traz renda.

Os desafios e o sucesso do nomadismo digital

No entanto, apesar de ser maravilhoso à primeira vista, o nomadismo digital tem seus desafios. Essa carreira não é para qualquer um. É preciso se preparar para ela e desenvolver várias habilidades, como a disciplina.

Claro que nada disso vem do dia para a noite. Assim como vários outros empregos, o nomadismo digital exige treinamento. Portanto, algumas pessoas já consagradas nessa carreira se dedicam a treinar outras que desejam ingressar nela.

Entre essas pessoas já consagradas, está o nômade digital Raiam Santos. Ele não tem residência fixa mas já visitou 70 países e ganha dinheiro viajando o mundo. Em seu currículo constam três diplomas adquiridos nos Estados Unidos, 8 livros publicados, bem como a fluência em seis idiomas.

Seu sucesso profissional deu tão certo que, atualmente, ele se dedica a ajudar àqueles que desejam seguir os mesmos passos dentro do nomadismo digital e auxiliar pessoas normais a obterem renda passiva pela internet. Além de escrever livros, ele mantém um site, grava podcasts e oferece cursos para que os interessados saibam mais sobre essa tendência de carreira.

Antes de se aventurar pelo mundo, o economista Raiam foi demitido de seu emprego como analista num banco de investimentos americano. Com 28 anos, ele chega a faturar por volta de 10 vezes mais do que em sua época de mercado financeiro, trabalhando muito menos e visitando os lugares mais interessantes do planeta.

No seu Instagram, cerca de 150 mil seguidores o acompanham. Seus mentorados aprendem o que é preciso para ser um nômade digital bem-sucedido e assim se estabelecem dentro dessa carreira, contribuindo para que ela seja uma possibilidade viável.  

O nomadismo digital é muito mais do que uma tendência passageira. Trata-se de um estilo de vida que se consagra por ser capaz de elevar a satisfação pessoal das pessoas, afastando o estresse para bem longe.



Website: http://www.mundoraiam.com.br

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