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26/12/2018 18:59

Teste mede a inteligência emocional de alunos do ensino médio em todo país


São Paulo--(DINO - 26 dez, 2018) -
Segundo pesquisa realizada pela Catho entre 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, os principais fatores para a demissão no país são emocionais. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões para o desligamento, três estão relacionadas à personalidade.

O psicólogo PhD de Harvard, Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional, afirma que temos dois tipos de inteligências distintas: o QI e a QE (Quociente Intelectual e Quociente Emocional). Afirma que na melhor das hipóteses, o QI contribui com cerca de 20% para os fatores que determinam o sucesso na vida, o que deixa 80% por conta de outras variáveis. No enfoque do Dr. Goleman o empregado usa seu QI para conquistar o emprego, porém é o QE que o fará ser promovido.

Quando o assunto é empreendedorismo, "o quociente emocional tem fator fundamental para o sucesso do empresário" afirma o Roberto Lira Miranda, autor do best-seller Além da Inteligência Emocional - Ed.El Sevier, onde identificou seis "talentos" requeridos no processo empreendedor.

Por meio de palestras gratuitas que estão sendo realizadas em escolas públicas e privadas pelo país, o filho do autor e Reitor da URM, Roberto de Ávila Miranda, identifica o perfil dos alunos e sua propensão para o sucesso no mundo dos negócios.

Jovens estudantes têm a oportunidade de conhecer as belezas e agruras da montagem de negócios no Brasil através de histórias de dor e sucesso e identificar seus talentos e aptidões dominantes através do game criado por Miranda chamado E-Factor (Entrepreneurship Factor®).

Responsável pela formação de empregadores há 17 anos, o empresário quer incentivar os jovens a tornarem-se geradores de empregos, despertando o que chama de talento empreendedor já a partir do primeiro ano do ensino médio.

As histórias contadas por Miranda, em geral, tem mais dor do que sucesso. Isso porque, historicamente, ser empresário no Brasil sempre foi uma tarefa heróica. Milhares de pessoas, que tentaram empreender no país nas últimas décadas, disseram-se exaustas diante das dificuldades do acesso a crédito ou traumatizadas por ações trabalhistas. Algumas nunca mais quiseram saber de ter funcionários.  

Nos últimos dois anos, porém, ser empresário passou a ser ligeiramente menos estressante. Com a atualização da legislação trabalhista para a realidade de mercado, o medo de ser surpreendido por uma ação trabalhista milionária diminuiu.

Outro ponto importante foi a aprovação e promulgação da Lei do Investimento Anjo (Lei complementar 155/2016) que incentiva o investimento privado em startups. O investidor individual pode fazer aportes em empresas que estão no início de sua atividade sem colocar em risco seus bens ou patrimônio que excedam o investimento feito.

No ambiente macroeconômico, a queda dos juros no país reduz a atratividade para o capital especulativo, aquele que não gera empregos nem incentiva a produção, tendendo a favorecer o investimento em empresas (capital produtivo).

Esse incentivo à montagem de negócios no Brasil porém, nunca foi alvo das escolas, que sempre preferiram dedicar-se às profissões tradicionais, mas mesmo profissionais liberais como Arquitetos e Médicos precisam de formação empreendedora e o assunto nunca teve a atenção necessária.

O desenvolvimento do talento empreendedor não trata somente da aquisição de competências técnicas de marketing, vendas ou finanças. São os talentos comportamentais e atitudinais pertencentes ao quociente intelectual e emocional os mais importantes para o sucesso do empresário, como criatividade, lógica, dinamismo e liderança.

Entidades de apoio a microempresas tentaram suprir a deficiência das escolas, mas acabaram por fomentar o que Roberto Miranda batizou de Empreendedorismo de Subsistência, ou seja a criação de ultra microempresários que pouco empregam, geram baixo recolhimento e raramente ingresso de divisas no país. Isso, quando não são empresários individuais.

Embora o incentivo a qualquer tipo de empreendorismo seja uma importante iniciativa de combate ao desemprego, é preciso acreditar mais no potencial do empreendedor brasileiro como player mundial, capaz de criar e implementar negócios em âmbito global. “Nosso foco é formar empreendedores de alto impacto, capazes de empreender mundialmente”, acrescenta Miranda.

Mas os problemas enfrentados no fomento do empreendorismo no Brasil são enormes e tem raiz profunda. Empresário no Brasil é visto como o sujeito bem sucedido que tira proveito da massa proletária indefesa, chamada erroneamente de hiposuficientes.

O empresário nos Estados Unidos, por exemplo, quando abre uma empresa não é chamado de empresário e sim de employer (empregador), ou seja, o nível de respeito e a importância da atividade ficam nítidas logo de partida.

Após quase duas décadas formando empregadores e mais de 15.000 alunos formados, a Escola de Roberto Miranda tornou-se Faculdade e criou o primeiro Vestibular por Plano de Negócios® do país, marca registrada da Instituição.

Cursos com extensão na Suíça, França, Itália e Estados Unidos fazem parte do catálogo de graduação e pós-graduação da instituição, já consolidada há anos na produção de programas destinados aos que querem atender ao público de alto poder aquisitivo.

O vestibular ocorre 4 vezes ao ano e até 15 de fevereiro de 2019 as inscrições estão abertas para o Vestibular por Plano de Negócios®.

 

Serviço:
Faculdade Roberto Miranda | URM
Telefone: 11 3146.1100 | WhatsApp: 11 94362.8729
https://www.faculdaderobertomiranda.edu.br

 

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Website: https://www.faculdaderobertomiranda.edu.br

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