Agência Tecban
22/11/2021 13:10

Entenda a importância do dinheiro vivo para a economia



Em um mundo que funciona no analógico e no digital ao mesmo tempo, o dinheiro físico está longe de desaparecer do bolso dos brasileiros. Muito pelo contrário. Segue na liderança do ranking dos meios de pagamento mais utilizados no Brasil.
Ao todo, 53,4% da população prefere fazer compras e quitar contas com papel-moeda. Além disso, existe um contingente de 34,3% dos cidadãos que recebem seus rendimentos mensais em espécie.
Os dados fazem parte de uma pesquisa da Fundação Dom Cabral realizada em 2021. Os números comprovam a importância do dinheiro vivo como ferramenta de inclusão no sistema financeiro para parcela relevante dos brasileiros, garantindo a diversidade de meios de pagamento para vencer barreiras econômicas, geográficas ou até de infraestrutura.

Números

No Brasil, o dinheiro em circulação representa cerca de 3,9% do PIB, um percentual menor se comparado com outros países de mesma proporção. A título de comparação, a China, referência em digitalização de pagamentos, conta com 8,9% de notas e moedas em circulação. No Japão, o percentual é de 21%. Já nos Estados Unidos, 8,2%.
Aqui em território nacional, parte desses recursos chega às mãos dos brasileiros pelos caixas eletrônicos. A TecBan, empresa de soluções inovadoras que integram o físico e digital, movimenta 5% do PIB nos caixas do Banco24Horas.
Em 2020, R$ 395 bilhões foram sacados no Banco24Horas, alta de 11% na comparação com o ano anterior. Já no primeiro semestre de 2021, o crescimento foi de quase 4%.
"Há de se observar o papel essencial que o dinheiro tem para promoção da inclusão financeira", afirma o diretor de Autoatendimento da TecBan, Luiz Stefani.
Segundo ele, 62% dos saques acontecem em áreas residenciais das classes C, D e E. "O dinheiro empodera estas pessoas, que podem controlar mais seus gastos e ainda pleitear por descontos no pagamento em dinheiro vivo, dando maior poder de compra".
Para essa camada da população, o dinheiro físico é essencial para o pagamento de despesas básicas e de contas domésticas.
A demanda por dinheiro vivo fez o Banco Central elevar o dinheiro em circulação ao maior nível da história em 2020, ampliando para R$ 70 bilhões o valor disponível em cédulas - o que representou um salto de R$ 256 bilhões para R$ 326 bilhões.
"Observamos que o dinheiro é essencial para as economias locais e pequenos varejistas, que atraem clientes e fazem mais negócios", acrescenta Stefani.
De acordo com levantamento do Banco24Horas, pelo menos 82% das pessoas que realizam saques acabam fazendo compras no próprio comércio em que o caixa eletrônico está instalado.
Além disso, é comum encontrar comércios que oferecem descontos consideráveis para pagamentos em espécie. Estudo do Banco Central do Relatório de Inflação de 2018 mostrou que o valor chega a ser, em média, de mais de 8%.
"O dinheiro é, hoje, a melhor aplicação financeira da baixa renda, porque o cidadão consegue 5% e até 10% de desconto. Ele permite absoluto controle sobre o valor que entra e sai. As pessoas podem escolher o que querem pagar, conforme suas necessidades. É uma questão de autonomia", explica o diretor da TecBan.

Varejo e a circulação do numerário

O pagamento em dinheiro no varejo também faz com que o setor tenha um papel importante na circulação adequada do numerário pelo país.
Nesse processo, a TecBan disponibiliza soluções que auxiliam o varejo a fazer o melhor uso dos recursos em espécie, gerando economia para toda a cadeia produtiva.
Um exemplo é o caixa eletrônico reciclador, que aceita o depósito em dinheiro, sem a necessidade de envelope ou até mesmo o marketplace de numerário, informa Stefani. "O importante é ter um ecossistema orientado para a eficiência, mantendo o olhar nas necessidades dos brasileiros, em suas mais diversas realidades - dos grandes centros até as regiões mais remotas".
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