Política
11/10/2018 08:24

Marina, sobre cláusula de barreira na Rede: Estamos fazendo uma discussão tranquila


São Paulo, 11/10/2018 - A candidata ao Planalto derrotada nestas eleições Marina Silva (Rede) disse que está discutindo de forma "tranquila" a cláusula de barreira que pode impedir sua sigla de receber uma fatia do fundo partidário a partir de 2019.

"Ainda é muito cedo. Temos uma bancada relevante no Senado. Mas para deputado federal não conseguimos atravessar a cláusula de barreira. Estamos fazendo uma discussão tranquila. Nesse momento, o que está nos preocupando é a situação difícil a que chegamos no segundo turno˜, disse, na madrugada desta quinta-feira, após reunião da executiva. Na Câmara, a Rede elegeu apenas um deputado. No Senado, entretanto, conseguiu emplacar cinco parlamentares.

Os partidos têm direito a uma quantia anual usada para custeio. Neste ano, o montante geral destinados às siglas foi de R$ 888,7 milhões, conforme dados da casa. Além disso, sem o desempenho mínimo, as siglas também perdem o direito de tempo de propaganda gratuita no rádio e TV. Além da Rede, ficaram de fora por causa da cláusula de barreira: Patriotas, PHS, DC, PCdoB, PCB, PCO, PMB, PMN, PPL, PRP, PRTB, PSTU e PTC.

A líder da Rede anunciou ainda que será oposição ao governo seguinte, independentemente de quem vença. Desaconselhou seu eleitorado de votar em Jair Bolsonaro (PSL), mas não disse expressar apoio ao PT. (Cristian Favaro)
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